tenho uma flor à tua espera, uma ferida

nos sulcos do meu ventre. 

vem regá-la, 

colhê-la, faz com ela o arranjo da refeição

que agora termina e de novo começa. 





Henrique Manuel Bento Fialho
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!