Que o olhar que me paralisa, paralisasse você também no tempo. Em qualquer tempo que não fosse o agora, em qualquer tempo que fosse como um antes, de um depois desnecessário. Queria ainda poder me sentir imóvel quando seus passos vinham desenhando o destino pelo corredor, queria sentir o arrepio da porta se abrindo, a felicidade de ouvir teu sorriso alarmando a casa, atrapalhando o filme,
                                              dispensando as canções.



Cáh Morandi
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!